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Uma empresa mais consciente, conectada e capaz de aprender com a própria operação.

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Sistemas sob medida

Não é trocar de sistema. É fazer o processo parar de depender de quem está olhando.

O processo que hoje vive em planilha, mensagem e memória vira sistema com regras, donos e histórico.

Sistemas sob medida4 serviços numa entrega só
A cena

Se uma rotina importante depende de planilha, de cópia entre sistemas ou de uma pessoa específica, vale conversar sobre ela.

A rotina crítica roda em planilhas compartilhadas e mensagens. O pedido entra na loja e alguém digita no ERP. O lead chega pelo site e alguém passa para o CRM, que foi assinado, ganhou as etapas padrão e, três meses depois, perdeu a venda de volta para o WhatsApp. Funciona enquanto a pessoa certa está olhando.

O caminho é sempre o mesmo: entender quem faz o quê, quais regras valem e onde o dado nasce, antes de desenhar qualquer tela. A partir daí, a resposta pode ser uma aplicação web — sistema que roda no navegador, sem instalar nada —, um aplicativo, um CRM do jeito que a empresa vende ou a ligação entre os sistemas que ela já tem. Às vezes é dizer que um aplicativo não é necessário.

O processo passa a ter regras explícitas, permissões por papel e um histórico que não depende da memória de ninguém. E o código fica em nome da empresa.

Você reconhece isso?

O que costuma aparecer antes de nos chamarem

Para quem é: Empresas que usam planilhas, formulários e mensagens para rotinas críticas.

  • Nossa rotina mais importante depende de uma planilha e de uma pessoa.
  • Alguém passa o dia copiando dado de um sistema para outro.
  • Assinamos um CRM e a venda voltou para o WhatsApp.
  • Não sei se a ideia pede um aplicativo ou um site que funcione melhor no celular.
  • Quando algo dá errado entre os sistemas, ninguém fica sabendo.
  • As regras do processo moram na cabeça de quem faz.
Empresas que usam planilhas, formulários e mensagens para rotinas críticas.Operações com ferramentas que não conversam entre si.Times que controlam vendas em planilhas ou têm um CRM que ninguém usa.Negócios que querem oferecer uma experiência própria no celular a clientes, alunos ou parceiros.Empreendedores que querem construir um portal, sistema próprio ou produto digital.
O que muda

Depois que fica pronto

Aplicação web, aplicativo, CRM e integração de sistemas construídos a partir do processo real, com regras e histórico.

  • O andamento de cada caso fica visível para quem precisa.
  • Cada informação é digitada uma vez e aparece onde precisa.
  • A história de cada cliente fica num lugar só.
  • Quem não deve alterar um dado deixa de conseguir.
  • Quando uma integração falha, alguém fica sabendo.
  • Pessoas novas aprendem o processo pelo próprio sistema.
O que entra

4 serviços, um objetivo

Cada parte tem a sua ficha. Abra para ver o que você recebe em cada uma.

Desenvolvimento de Aplicação Web
01 · O processo que hoje vive em planilha, virando sistema.

Desenvolvimento de Aplicação Web

Dá forma a um processo interno ou externo no navegador, com login, permissões por papel e histórico.

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A rotina crítica roda em planilhas compartilhadas, formulários e mensagens. Funciona enquanto a pessoa certa está olhando. Quando ela sai de férias, ninguém sabe em que pé as coisas estão.

Uma aplicação web — sistema que roda no navegador, sem instalar nada — dá forma a esse processo. Começamos mapeando quem faz o quê, quais regras valem e onde os dados nascem. Só depois desenhamos telas.

O processo passa a ter regras explícitas, permissões por papel e um histórico que não depende da memória de ninguém.

O que você recebe

  • Documento do processo com regras, papéis e exceções
  • Sistema publicado com login e permissões por papel
  • Banco de dados com os registros migrados das planilhas
  • Integrações com as ferramentas combinadas no escopo
  • Histórico de alterações nos registros críticos
  • Código-fonte em repositório da empresa
  • Treinamento e guia de uso para cada perfil

O que muda

  • O andamento de cada caso fica visível para quem precisa
  • As regras deixam de morar na cabeça de uma pessoa
  • Cada informação é digitada uma vez e aparece onde precisa
  • Quem não deve alterar um dado deixa de conseguir
  • Pessoas novas aprendem o processo pelo próprio sistema
Desenvolvimento de Aplicativo
02 · Para quando o seu cliente precisa da empresa no bolso.

Desenvolvimento de Aplicativo

Leva ao celular o que pede uso recorrente, notificação ou recurso do aparelho, começando pela menor versão útil.

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Muita ideia de aplicativo é, na verdade, um site que precisa funcionar melhor no celular. E muito processo que deveria estar no bolso do cliente continua preso em mensagens.

Antes de construir, verificamos se o caso é mesmo de aplicativo: uso recorrente, notificação, câmera, localização, acesso sem internet. Se for, definimos a menor versão que já entrega valor e a publicamos nas lojas.

O usuário ganha um lugar próprio para voltar. A empresa ganha um canal direto, que não depende do algoritmo de ninguém.

O que você recebe

  • Escopo da primeira versão e lista do que fica para depois
  • Protótipo navegável das telas principais
  • Aplicativo para iOS e Android publicado nas contas da empresa
  • Notificações configuradas
  • Servidor e painel para os dados do aplicativo
  • Fichas das lojas com textos e imagens
  • Código-fonte em repositório da empresa

O que muda

  • O cliente passa a ter um motivo para voltar sem ser chamado
  • A empresa fala direto com o usuário por notificação
  • Recursos do celular, como câmera e localização, entram no processo
  • A ideia é testada por usuários reais antes de crescer
  • O que ficou para depois está escrito, não esquecido
CRM Personalizado
03 · O CRM com a cara do jeito que a sua empresa vende.

CRM Personalizado

Constrói o funil, os campos e as telas a partir de como a empresa vende e atende.

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A empresa assinou um CRM, criou as etapas padrão e, três meses depois, a venda voltou para o WhatsApp e para a planilha. O sistema pedia campos que ninguém tinha e não mostrava o que o time precisava.

O CRM Personalizado começa pelo processo, não pela ferramenta. Entendemos como a empresa vende, atende e acompanha cliente, e construímos o funil, os campos e as telas a partir disso.

O resultado é um lugar único para a história de cada cliente, que o time abre porque ajuda, não porque é obrigado.

O que você recebe

  • Mapa do processo comercial e de atendimento
  • Modelo de dados documentado
  • Funil com critérios de etapa
  • CRM configurado com campos, telas e permissões
  • Integrações com os canais de entrada de clientes
  • Base histórica migrada e limpa
  • Painéis de conversão e gargalos do funil
  • Treinamento por função e manual de uso

O que muda

  • A história de cada cliente fica num lugar só
  • O funil passa a refletir a venda real
  • O gestor enxerga onde as oportunidades param
  • Um vendedor consegue continuar a conversa de outro
  • As decisões comerciais passam a ter dado por trás
Integração de Sistemas
04 · As ferramentas que você já tem, finalmente conversando.

Integração de Sistemas

Liga as ferramentas que a empresa já usa para o dado parar de ser copiado à mão.

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O pedido entra na loja, alguém digita no ERP. O lead chega pelo site, alguém passa para o CRM. A nota sai, alguém avisa o financeiro. Cada passagem manual é tempo e é chance de erro.

A Integração de Sistemas liga o que está separado. Usamos API, que é a porta que um sistema oferece para outro conversar com ele, webhooks, que são avisos automáticos quando algo acontece, e orquestradores como n8n e Make.

Antes de conectar, mapeamos o caminho do dado. Integração em cima de processo confuso só espalha a confusão mais depressa.

O que você recebe

  • Mapa do caminho do dado entre os sistemas
  • Inventário de APIs e pontos de conexão disponíveis
  • Regras de correspondência entre registros
  • Integrações construídas e testadas com dados reais
  • Tratamento de erros com alerta ao responsável
  • Painel de execuções e falhas
  • Documentação técnica de cada conexão

O que muda

  • A equipe para de digitar o mesmo dado em dois lugares
  • Menos erros de cópia entre sistemas
  • Dá para rastrear um cliente da origem até a venda
  • Os sistemas atuais continuam, agora ligados
  • Quando algo falha, alguém fica sabendo
Como fazemos

Compreender antes de construir

As etapas, na ordem em que acontecem.

  1. Mapa do processo e do dadoacompanhamos a rotina como ela acontece, com as exceções, e desenhamos de onde cada informação nasce e quem precisa dela.
  2. Teste do casoverificamos o que o problema pede de fato: aplicação web, aplicativo, CRM, integração ou uma combinação, e o que não precisa ser construído.
  3. Modelo de dados e permissõesdefinimos o que o sistema guarda, como um registro é reconhecido em cada lugar e quem vê ou altera cada informação.
  4. Fatias que funcionamconstruímos em partes que entram em uso antes da próxima começar, com telas testadas por quem vai usar.
  5. Conexões e falhas previstasligamos as ferramentas que a empresa já usa, com nova tentativa, fila de erros e aviso a um responsável.
  6. Implantação acompanhadamigramos o histórico das planilhas, treinamos por função e ajustamos a partir das primeiras semanas de uso.
Por que a archēLAB

O jeito de fazer

Compreender antes de construirnenhuma tela ou conexão nasce antes de o processo estar escrito e validado.
Questionamos o pedidose uma aplicação web resolve no lugar de um aplicativo, ou se o sistema atual só precisa de uma porta, dizemos antes.
Decisão governadapermissões, trilha de alteração e registro de falhas fazem parte da primeira versão.
Código e contas da empresarepositório e lojas ficam em nome do cliente, documentados para qualquer equipe continuar.
Node.jsNext.jsPostgreSQLReact NativeExpoFirebase Cloud MessagingApp Store ConnectGoogle Play ConsoleFigmaarchēCOREarchēFLOWn8nMakeZapierAPIs RESTWebhooks

Automatizar o caos apenas faz o caos acontecer mais rápido. Por isso começamos pelo processo.