Olá!

Seis frentes, uma arquitetura. Conte o que você está tentando resolver — o resto a gente pergunta.

Informações

Consultoria para empresas

Não sabe por onde começar? Começa por aqui.

A gente olha sua empresa por dentro, mostra onde está travando e monta um plano que cabe na sua realidade.

Falar com a gente não custa nada e não tem compromisso.

onde trava · o que fazer
Entender antes de investir
Plano na mão
Faça agora, leva um minuto

Escreva o próximo passo

  1. Pegue um papel e escreva a coisa mais importante que sua empresa precisa resolver nos próximos três meses.
  2. Escreva embaixo o que você fez sobre isso na semana passada.
  3. Compare as duas linhas.

A segunda linha tem a ver com a primeira — ou a semana inteira foi consumida por outra coisa?

Na maioria das empresas as duas linhas não se falam. Não por preguiça: por urgência. O que grita mais alto ganha o dia, e o que era mais importante fica sempre para a semana que vem.

Consultoria não é alguém de fora te dizendo o que você já sabe. É separar as duas linhas: o que é urgente, o que é importante, e o que você pode simplesmente parar de fazer sem que nada aconteça.

Essa última costuma ser a descoberta mais cara — e a que mais devolve tempo.

Talvez seja o seu caso

A empresa cresceu e a organização não veio junto?

Tudo passa por você

Nada anda sem a sua resposta. Você não consegue sair uma semana sem que pare.

Cada um faz de um jeito

O mesmo trabalho sai diferente dependendo de quem faz. E ninguém sabe qual é o certo.

Você decide no escuro

Sente que o mês foi bom, mas não sabe dizer por quê. Sem número, é chute com experiência.

Fazer a coisa errada mais rápido não ajuda.

Dá para investir em anúncio, site e automação ao mesmo tempo e piorar tudo, se o problema real era a oferta não estar clara. Velocidade só compensa depois que a direção está certa.

O que dá pra conferir agora

Diagnóstico não se improvisa na conversa

Consultoria é o serviço mais fácil de fingir: basta falar bonito por uma hora. O que separa é o que você já estudou antes de sentar com o cliente. Aqui está o nosso, publicado e aberto.

21
setores mapeados

Dores, regulação, sazonalidade e indicadores de cada ramo. Quando a conversa começa, a gente já sabe do que aquele setor sofre — e o tempo é gasto no seu caso, não em explicar o básico.

8
cidades pesquisadas

Em fonte oficial: IBGE, prefeitura, órgão ambiental. Contexto de região muda o que faz sentido fazer — e é a parte que consultoria genérica ignora.

110
páginas publicadas

A archēLAB executa o que recomenda. O diagnóstico não termina num slide: ele vira site, campanha, automação — ou vira a recomendação honesta de não fazer nada disso agora.

Ver os estudos do LAB

O que vem junto

Um plano, não um relatório.

Consultoria que entrega apresentação bonita e vai embora não serve. O que serve é sair com o que fazer na segunda-feira.

Um retrato honesto da empresaComo as coisas funcionam de verdade hoje — não como deveriam funcionar no papel.
Onde está travandoOs poucos pontos que seguram o resto. Quase sempre são menos do que parece.
Plano em ordem de prioridadeO que fazer primeiro, o que pode esperar e o que não vale a pena fazer.
Processo escrito de forma simplesO jeito certo de fazer, no papel, para não depender da memória de ninguém.
Os números que importamPoucos, escolhidos junto com você, e que você consegue olhar toda semana.
Uso do que você já temAntes de comprar sistema novo, a gente vê o que dá para resolver com o atual.
Ajuda para começarA gente não some depois do plano. Fica junto na hora de colocar de pé.
Conversa reservadaO que a gente vê fica entre nós. Diagnóstico honesto exige confiança.
Como funciona

Três passos. Só isso.

1

A gente escuta

Você conta como a empresa funciona e o que mais incomoda hoje.

2

A gente olha por dentro

Conversamos com quem faz, vemos o processo real e onde ele quebra.

3

A gente entrega o plano

Curto, em ordem, com o que fazer primeiro. E ficamos junto para começar.

Quem está dentro não enxerga a própria parede.

Você convive há tanto tempo com o processo que ele virou paisagem. Não é falta de competência: é excesso de proximidade. Alguém de fora demora dois dias para ver o que ninguém de dentro vê há dois anos.

Quanto custa

Consultoria custa tempo — o seu e o nosso

Não existe consultoria de prateleira porque o produto é atenção dedicada ao seu caso. O que muda o tamanho do trabalho é quanto precisa ser investigado antes de opinar: empresa com número na mão anda rápido, empresa que nunca mediu nada precisa medir primeiro.

Fica mais em conta quando

  • A pergunta é específica: um canal, uma decisão, um impasse
  • Você já tem os números — faturamento, custo, origem dos clientes
  • Uma pessoa decide: você, sem comitê
  • A empresa é enxuta e o processo cabe numa conversa
  • Você quer um caminho e vai executar por conta

Custa mais quando

  • A pergunta é aberta: "não sei por onde começar"
  • Não existe número organizado — precisa levantar antes de analisar
  • Várias pessoas decidem, com visões diferentes do problema
  • Envolve equipe, processo e ferramenta ao mesmo tempo
  • Você quer acompanhamento durante a execução, não só o plano

A primeira conversa é de graça e serve para os dois lados. Se ficar claro que o seu caso é executar, e não diagnosticar, a gente fala — vender consultoria para quem já sabe o que precisa fazer é vender demora.

Para quem é

Se você se reconhecer aqui, é para você.

A empresa cresceu e desorganizouTudo depende do donoVai contratar e não sabe como organizarQuer profissionalizar para crescerJá tentou sistema e não pegouSente que perde dinheiro e não acha onde
O que você está pensando

O que passa pela sua cabeça agora

“Vou pagar caro para ouvir o que eu já sei.”

É o risco real da consultoria e a gente leva a sério. Boa parte do que você desconfia provavelmente está certa — e ouvir isso confirmado, com número do lado, já muda a decisão de quem estava adiando. Mas o valor não está na confirmação: está na priorização. Você tem doze coisas para resolver e sabe de todas. Saber qual das doze primeiro é o que ninguém consegue ver de dentro.

“Consultor vai chegar cheio de teoria e sumir.”

Esse é o modelo que deu má fama à palavra: slide bonito, plano de trinta páginas e boa sorte. A archēLAB executa o que recomenda — site, campanha, automação — e por isso não tem interesse em recomendar o que não funciona: a gente seria chamado para fazer. Se você quiser só o plano e executar por conta, também serve; nesse caso ele sai escrito de um jeito que outra pessoa consiga tocar.

“Minha empresa é pequena. Isso é coisa de empresa grande.”

Ao contrário: empresa grande erra e absorve, empresa pequena erra e sente no mês seguinte. Quanto menor o caixa, mais caro sai escolher errado onde investir. O formato é que muda — em vez de um projeto de três meses, costuma ser uma conversa profunda e um plano curto que você consegue executar sozinho.

“E se eu não gostar do diagnóstico?”

Pode acontecer, principalmente quando ele aponta que o problema não está onde você achava. A gente não vai suavizar para agradar — isso seria o pior serviço possível. O que a gente garante é mostrar como chegou lá: o número que olhou, o que comparou e o que assumiu. Você pode discordar da conclusão tendo visto o caminho.

“Não tenho tempo para mais uma reunião.”

Justo, e é sinal do problema. O formato é desenhado para consumir pouco: uma conversa longa no começo, algumas perguntas por escrito e uma devolutiva. Se o seu caso exigir mais tempo do que você tem hoje, a gente diz isso na primeira conversa em vez de começar algo que vai morrer na terceira semana.

Perguntas que todo mundo faz

Pode perguntar.

O que faz uma consultoria empresarial?
Olha sua empresa de fora, com calma, e mostra o que de dentro você já não enxerga. Depois monta um caminho para resolver. Não é dar palpite: é entender como as coisas funcionam de verdade antes de propor qualquer mudança.
Serve para empresa pequena?
Serve, e costuma render mais. Em empresa pequena uma trava só segura tudo, então destravar um ponto muda o mês inteiro. O que não serve é consultoria grande demais para o tamanho do problema.
Quanto custa uma consultoria?
Depende do tamanho da empresa e do quanto se quer olhar. Uma conversa de diagnóstico é uma coisa; acompanhar a mudança durante meses é outra. A gente fala preço depois de entender o caso, e a primeira conversa não custa nada.
Quanto tempo dura?
O diagnóstico costuma levar poucas semanas. Colocar em prática depende do que for decidido — e disso quem manda é você. A gente não empurra contrato longo para segurar cliente.
O que eu recebo no final?
Um retrato de como a empresa funciona hoje, a lista do que está travando e um plano em ordem de prioridade. Escrito de forma simples, para você usar — não uma apresentação para guardar.
Vocês vão querer vender um sistema depois?
A archēLAB também faz tecnologia, então é justo você perguntar. A regra da casa é simples: se dá para resolver com o que você já tem, a gente fala. Consultoria que só existe para vender o produto de casa não é consultoria.
Começa aqui

Me conta o que mais te incomoda hoje.

Escreva com suas palavras, sem organizar. A gente lê e devolve perguntas — que é como todo diagnóstico honesto começa. Se der para responder de graça ali mesmo, a gente responde.

  • A primeira conversa é de graça e sem compromisso
  • A devolutiva vem com perguntas, não com proposta pronta
  • Se o seu caso for executar e não diagnosticar, a gente fala
  • Seus dados servem para te responder — e só

Me conta o que mais te incomoda hoje.

A primeira conversa é de graça e serve para os dois lados verem se faz sentido continuar.

Falar com a archēLAB