Anúncios para quem importaA oferta certa diante de quem pode comprar.
3 serviços →
Aparecer não basta. Sua empresa precisa vender.
A gente cuida do anúncio, do conteúdo e do caminho até o contato — e mostra quanto entrou, não quanto apareceu.
Falar com a gente não custa nada e não tem compromisso.

A conta que quase ninguém faz
- Pegue quanto você gastou em anúncio no último mês.
- Conte quantos contatos chegaram por causa dele. Não curtidas: contatos.
- Divida um pelo outro. Esse número é quanto te custou cada pessoa que levantou a mão.
Você tem esse número? E sabe quantos desses viraram cliente de verdade?
A maioria trava no passo 2. Sabe quanto gastou — o cartão não deixa esquecer — mas não sabe quantos contatos vieram dali, porque ninguém anotou de onde cada um chegou.
Sem isso, marketing vira aposta. Você não consegue dizer se o anúncio está caro ou barato, porque não existe com o que comparar. Aí a decisão do mês seguinte é tomada no humor: correu bem, aumenta; correu mal, corta tudo.
A primeira coisa que a gente faz não é anunciar. É montar essa conta. Depois dela, quase toda discussão sobre verba fica simples.
Por que o dinheiro entra e o cliente não?
Muita visualização, nenhum contato
O relatório mostra números grandes. O telefone não toca. Curtida não paga conta.
Você não sabe de onde vem o cliente
Alguém chega e você não faz ideia se foi o anúncio, a indicação ou o acaso. Aí não dá pra repetir.
A pessoa clica e se perde
O anúncio leva para uma página que não responde o que ela queria. O dinheiro do clique já foi.
Anúncio traz gente hoje. Conteúdo faz voltar amanhã.
Quem só anuncia para de existir no dia que o cartão falha. Quem só posta espera demais para vender. As duas coisas juntas é que ficam em pé — e é por isso que elas moram na mesma página.
Conteúdo bom nasce de pesquisa, não de inspiração
Dá para publicar todo dia e não dizer nada. O que separa conteúdo que vende de post que enche a linha do tempo é saber do que aquele setor sofre. Aqui está o nosso, aberto para você julgar.
Dor, regulação, sazonalidade e o vocabulário de cada ramo. É o que faz um texto soar como quem trabalha no setor, e não como quem pesquisou por cima.
Em fonte oficial. Anúncio de raio de 10 km funciona muito melhor quando o texto fala da região como quem mora nela.
Tudo no ar, indexado e medido. A mesma engrenagem que produz conteúdo aqui é a que produziria no seu.
Um caminho inteiro, não um pedaço.
De onde a pessoa vem até o momento em que ela fala com você. Se algum pedaço quebra, o resto não adianta.
2 ofertas, 8 serviços dentro
Cada oferta junta os serviços que levam a um resultado. Abra para ver a cena, o que muda e a ficha de cada serviço.
Anúncios para quem importaA oferta certa diante de quem pode comprar.
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Conteúdo que vira relacionamentoO que a empresa sabe, publicado com rumo e com resposta.
5 serviços →
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Planejamento de ConteúdoSaber o que dizer, para quem e por quê, antes de produzir.
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Produção de ConteúdoO que a empresa sabe, transformado em textos e peças publicáveis.
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Gestão de Redes SociaisOs seus perfis vivos todo mês, com rumo e com resposta.
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Email MarketingFalar com quem já levantou a mão, sem pedir licença ao algoritmo.
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Inbound MarketingDo primeiro artigo lido à conversa com quem vende, sem buracos.
Três passos. Só isso.
A gente entende o que dá lucro
Nem todo serviço vale anunciar. Primeiro descobrimos qual vale.
A gente monta e liga
Anúncio, página e medição prontos. Você aprova o valor antes de começar.
A gente ajusta
Todo mês olhamos o que trouxe cliente e mexemos onde precisa.
A verba não some. Ela vai para algum lugar.
Todo mês o dinheiro entra em algum canal e sai em forma de clique, alcance ou contato. A pergunta não é quanto gastar: é para onde foi, e o que voltou.
Aqui existem dois valores. Não confunda os dois
Marketing digital tem o que você paga para o Google e para a Meta (a verba de anúncio, que vai inteira para eles) e o que você paga por alguém cuidar. Quem mistura os dois num número só está escondendo alguma coisa. A verba é sua e você decide o tamanho; o trabalho depende do que precisa ser feito.
Fica mais em conta quando
- Já existe material da marca: fotos, vídeos, logo organizado
- É um canal só para começar, não quatro ao mesmo tempo
- A oferta é clara e você sabe explicar em uma frase
- Já existe site ou página para onde mandar o clique
- Você responde rápido quem chega — anúncio bom com resposta lenta é dinheiro no lixo
Custa mais quando
- Precisa criar tudo: foto, vídeo, texto, página de destino
- São vários canais, cada um com sua lógica e seu formato
- O produto exige explicação longa antes de alguém comprar
- A concorrência disputa as mesmas palavras e empurra o custo do clique
- Precisa de conteúdo constante para sustentar a marca entre uma campanha e outra
A gente faz a conta com você antes de começar: quanto pode custar um contato, quantos você precisa por mês e se a margem do seu serviço aguenta isso. Se não fechar, a gente fala — é melhor perder a venda do que perder o cliente em três meses.
Se você se reconhecer aqui, é para você.
O que passa pela sua cabeça agora
“Já impulsionei post e não deu em nada.”
Impulsionar não é anunciar. O botão de impulsionar entrega o post para mais gente parecida com quem já te segue — bom para alcance, ruim para venda. Anúncio de verdade escolhe quem vê, com que texto, e manda para um lugar onde a pessoa consegue pedir orçamento. É outra ferramenta com o mesmo nome popular.
“Quanto preciso investir para valer a pena?”
Depende de quanto vale um cliente para você. Se cada cliente novo deixa R$ 300 de margem, um contato não pode custar R$ 200. Se deixa R$ 5.000, muda tudo. Por isso a primeira conversa é sobre a sua conta, não sobre o nosso pacote — e às vezes ela termina com "com essa margem, anúncio ainda não é para você".
“Meu concorrente anuncia o dia inteiro. Não vou conseguir competir.”
Competir não é gastar mais que ele. Quase sempre o concorrente grande anuncia para todo mundo e desperdiça a maior parte. Empresa menor ganha sendo mais específica: uma região, um tipo de cliente, um problema. Verba pequena e mira apertada vence verba grande e mira larga com mais frequência do que parece.
“Não quero aparecer, não gosto de fazer vídeo.”
Você não precisa. Existe conteúdo que funciona sem o dono na frente da câmera: resposta escrita, foto do trabalho pronto, antes e depois, explicação de como o serviço funciona. Vídeo com o dono costuma render mais, mas é uma opção, não uma exigência — e a gente não vai te empurrar para uma coisa que você vai odiar fazer toda semana.
“E se eu parar de anunciar?”
A parte paga para na hora: no dia que a campanha desliga, o telefone sente. É honesto dizer isso antes. O que continua rendendo é o que ficou construído no caminho — o conteúdo publicado, a lista de quem já demonstrou interesse, a marca lembrada. Por isso a gente insiste em construir as duas coisas ao mesmo tempo, mesmo quando você só pediu a primeira.
Pode perguntar.
Quanto custa anunciar no Google?
Vale a pena tráfego pago?
Qual a diferença entre anúncio e aparecer normal?
Preciso postar em rede social todo dia?
Como sei se o anúncio deu retorno?
Preciso ter site para anunciar?
Vamos fazer a conta antes de gastar.
Conte o que sua empresa vende e quanto vale um cliente novo. A gente calcula com você quanto pode custar um contato — e diz com franqueza se anúncio é o próximo passo ou se tem coisa mais barata para resolver antes.
- A conta a gente faz junto, antes de qualquer proposta
- A verba de anúncio é sua e fica na sua conta, não na nossa
- Resposta em até um dia útil, por uma pessoa
- Se não fizer sentido para o seu caso, a gente fala
Vamos fazer a conta antes de gastar.
A gente calcula com você quanto pode custar um cliente. Se não fechar, a gente fala.
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