Ser encontrado no GoogleAparecer para quem já está procurando o que você faz.
3 serviços →
Quem procura o que você vende precisa achar você.
A gente coloca sua empresa no Google e no mapa — e mostra, todo mês, quem chegou e procurando o quê.
Falar com a gente não custa nada e não tem compromisso.

Duas buscas que mudam tudo
- Abra o Google numa aba anônima e digite o que você vende + a sua cidade. Não o nome da empresa.
- Role duas telas. Sua empresa apareceu em algum lugar?
- Agora digite o nome da sua empresa e veja o quadro que abre do lado: telefone, horário, fotos, avaliações.
Na primeira busca, quem apareceu no seu lugar? E na segunda, o que o Google mostrou de você — ou o que ele deixou em branco?
Quase toda empresa aparece na segunda busca e some na primeira. Faz sentido: quem digita o seu nome já te conhece. O Google só precisa confirmar que você existe.
A primeira busca é a que traz cliente novo — gente que ainda não sabe que você existe e está decidindo agora de quem vai comprar. É lá que a briga acontece, e é lá que a maioria nem está inscrita.
Aparecer para quem já te conhece é vaidade. Aparecer para quem não te conhece é faturamento.
Por que sua empresa não aparece?
Você não está no mapa
Muita busca acaba no Google Maps. Sem ficha cadastrada, sua empresa simplesmente não existe ali.
O site não fala a língua de quem busca
A pessoa digita "conserto de ar-condicionado". Seu site diz "soluções em climatização". O Google não liga os dois.
Ninguém sabe se funciona
Você paga, aparece um relatório com gráfico e nada explica se entrou cliente. Medir não é enfeite.
Quem procura já decidiu comprar. Falta decidir de quem.
Ninguém digita "conserto de ar-condicionado" por curiosidade. Buscar é o último passo antes de contratar — e quem aparece nesse momento não precisa convencer ninguém a querer.
Este site é o nosso laboratório
A gente não vai te mostrar print de resultado de outro cliente — print qualquer um edita. Vai te mostrar este site, que é onde a archēLAB testa antes de aplicar em quem paga. Está tudo no ar e você pode abrir agora.
Cada uma com título, descrição e endereço próprios — que é o mínimo para o Google entender do que a página fala. Site que repete o mesmo título em tudo compete consigo mesmo.
O vocabulário de cada ramo: como o cliente daquele setor escreve quando procura. Ninguém digita "soluções em climatização" — digita "conserto de ar".
Com fonte oficial: IBGE, prefeitura, órgão ambiental. Busca local se ganha conhecendo a região, não copiando texto genérico da internet.
Ser achado é um trabalho, não um botão.
Não existe atalho e não existe promessa de primeiro lugar. Existe fazer o que precisa ser feito e mostrar o resultado.
2 ofertas, 7 serviços dentro
Cada oferta junta os serviços que levam a um resultado. Abra para ver a cena, o que muda e a ficha de cada serviço.
Ser encontrado no GoogleAparecer para quem já está procurando o que você faz.
3 serviços →
Números que orientam decisãoOs números da empresa, medidos certo e lidos do mesmo jeito.
4 serviços →
-
Google Analytics + Tag ManagerCada formulário, clique e conversão medido do jeito certo
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Dashboard de MétricasOs números da empresa num só painel, lidos do mesmo jeito por todos
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Relatório Mensal de PerformanceTodo mês, o que os números dizem e o que fazer com eles
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Automação de RelatóriosO relatório pronto antes da reunião, sem colar planilha.
Três passos. Só isso.
A gente olha o que já existe
Vemos onde sua empresa aparece hoje e o que está atrapalhando.
A gente arruma
Ficha no Maps, textos do site, velocidade e as palavras certas.
A gente acompanha
Todo mês você vê o que mudou. Sem gráfico bonito que não diz nada.
O que ninguém mede vira palpite.
Sem número, a conversa sobre marketing acaba sempre no "eu acho". Achismo é caro: você repete o que não funcionou e corta justamente o que estava dando certo.
Não dá pra falar preço sem ver onde você está
Aparecer no Google não é um pacote fechado: depende de onde sua empresa está hoje e de quem já está na frente. Quem te dá preço de SEO por telefone, sem abrir o seu site, está chutando. Mas dá pra dizer o que puxa esse trabalho para cima e para baixo.
Fica mais em conta quando
- Você já tem site e ele funciona — dá pra arrumar em vez de refazer
- A empresa tem endereço fixo: busca local é mais fácil de ganhar
- São poucos serviços, numa região só
- A ficha no Google já existe, mesmo bagunçada
- Seus clientes já avaliam e falam bem
Custa mais quando
- O site precisa ser refeito antes — não adianta empurrar página quebrada
- São muitos serviços, ou muitas cidades para cobrir
- O concorrente investe há anos e está bem posicionado
- Nunca houve ficha no Google e nem avaliação
- Precisa de conteúdo novo todo mês para disputar assunto disputado
A primeira olhada é de graça. Se o seu caso for de arrumar quatro coisas e esperar, a gente fala isso — e não vende um contrato mensal que você não precisa.
Se você se reconhecer aqui, é para você.
O que passa pela sua cabeça agora
“Já paguei SEO e não vi nada acontecer.”
Acontece muito, e quase sempre por um destes três: mexeram só no site e esqueceram a ficha do Google (que é de onde vem a busca local); entregaram relatório de "posição média" sem nunca mostrar se entrou contato; ou pararam no terceiro mês, que é quando o trabalho começa a render. Se você ainda tiver os relatórios antigos, mande — a gente lê e te diz o que estava faltando.
“Isso demora demais. Preciso de cliente agora.”
Está certo, demora mesmo: meses, não semanas. Por isso ninguém sério manda você apostar só nisso. Anúncio traz cliente esta semana e custa por clique; a busca normal demora e depois traz sem custo por clique. O jeito honesto é começar os dois juntos, com peso diferente, e ir trocando o peso conforme o segundo cresce.
“Meu negócio é local. Quem me acha é por indicação.”
Indicação é ótima e não some. Mas repare no que a pessoa indicada faz antes de te chamar: ela procura seu nome no Google para conferir se você é sério. Se não achar nada, ou achar uma ficha sem foto e com horário errado, a indicação esfria ali. Busca local é justamente onde é mais fácil ganhar — a concorrência é o vizinho, não o Brasil inteiro.
“Não entendo relatório de marketing.”
Ninguém entende, e boa parte é feita para não ser entendida mesmo. O nosso responde três perguntas em português: quanta gente viu, quanta clicou e quantas viraram contato. Se um mês for ruim, ele vai dizer que foi ruim. Relatório que só tem boa notícia não é relatório, é propaganda.
“Se eu parar, perco tudo o que foi feito?”
Não tudo, e vale saber a diferença. O que foi arrumado no site — títulos, velocidade, estrutura, ficha do Google — fica e continua rendendo. O que cai com o tempo é a parte que depende de movimento: conteúdo novo, avaliações recentes, assunto disputado onde o concorrente continua publicando. Parar não zera; parar faz você parar de subir.
Pode perguntar.
Como aparecer no Google de graça?
Como aparecer no Google Maps?
Quanto tempo demora para aparecer?
Preciso pagar para aparecer no Google?
O que é SEO, em português?
Vocês garantem primeiro lugar?
Como sei se está funcionando?
Vamos ver onde sua empresa aparece hoje.
Escreva o que sua empresa faz e em que cidade. A gente procura do jeito que seu cliente procuraria e te devolve o que encontrou — inclusive se a resposta for "você já está bem, não gaste com isso agora".
- A primeira olhada não custa nada
- Resposta em até um dia útil, por uma pessoa
- Sem promessa de primeiro lugar: isso ninguém controla
- Seus dados servem para te responder — e só
Vamos ver onde sua empresa aparece hoje.
A gente olha de graça e te diz com sinceridade o que dá para melhorar — e o que não vale a pena.
Falar com a archēLAB





